"Salve São Cipriano,
fazei que muito dinheiro, riqueza e fortuna, fiquem para sempre comigo (SG).
São Cipriano traga muito dinheiro, riqueza e fortuna para mim (SG). Assim como
o galo canta, o burro rincha, o sino toca, a cabra berra assim Tu São Cipriano
hás-de trazer muito dinheiro, riqueza e fortuna para mim (SG). Assim como o sol
aparece, a chuva cai, faça São Cipriano que o dinheiro, a riqueza e a fortuna
sejam dominados por mim (SG). Assim Seja! Preso debaixo do meu pé esquerdo, com
dois olhos vejo o dinheiro, a riqueza e a fortuna, com três eu prendo o
dinheiro, a riqueza e a fortuna, com meu Anjo da Guarda peço que muito
dinheiro, riqueza e fortuna venham até mim (SG) e que não consiga ficar com
quem não merece, que atenda todas as minhas vontades, comprando o que eu
quiser, gastando como eu queira e que nunca me faça sofrer por ficar sem
dinheiro. Que quando eu (SG) durma, acorde sempre com o dinheiro, riqueza e
fortuna e que estejam sempre dentro da minha casa, da minha bolsa, da minha
carteira, do meu bolso, da minha vida, ou onde eu (SG) estiver. Que o dinheiro,
a riqueza e a fortuna não consigam estar longe de mim (SG), e que seus valores
sejam sempre altos, muito altos, voltados só para mim (SG) E MINHA FELICIDADE,
que assim seja! Pelo poder de São Cipriano, assim seja! Que muito dinheiro,
riqueza e fortuna em peso, venham atrás de mim (SG) para que possa ter
conforto, poder, saúde e ajudar os mais necessitados, ter um bom convívio e
assim sermos muito felizes. Peço a São Cipriano, que o dinheiro, a riqueza e a
fortuna me procurem ainda hoje, peço isto ao Poder das Três Almas Pretas que
vigiam São Cipriano, Assim Seja! Que o dinheiro, a riqueza e a fortuna, venham
logo, de uma vez para minha casa e para a minha vida. Que os inimigos não nos
vejam, não nos enxerguem. Que assim seja ! Assim será! Assim está feito! Oh!
São Cipriano e as Três Almas Pretas que vigiam São Cipriano, peço com toda
força do meu coração, imploro e suplico atendam meu pedido !!! (Quando acabar
de ler esta Oração, publique-a imediatamente, e terás uma surpresa)
sábado, 18 de julho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Trocar o pão pela tapioca ajuda a emagrecer
Trocar o pão pela
tapioca ajuda a emagrecer
Se
você está na luta para perder peso e tem dificuldades em cortar o pão da sua
dieta, saiba que você pode contar com uma grande aliada: a tapioca. Para quem
ainda não a conhece, a tapioca é um tipo de panqueca fina tradicional nas
regiões Norte e Nordeste, de origem indígena. Ela é preparada com a fécula de
mandioca, também conhecida como goma, que quando espalhada numa frigideira
aquecida se coagula e forma um crepe seco. As possibilidades de recheios são
diversas, mas as mais tradicionais são o coco, a manteiga e o queijo
coalho. A substituição do pão tradicional pela tapioca traz diversas
vantagens para sua saúde e até a mídia já está com os olhos fixos em seus
benefícios
Veja
alguns:
- A tapioca oferece quase a metade das 135 calorias do pão branco.
- Não contém glutén – uma das substâncias que colaboram para o acúmulo de
gordura abdominal.
- Tem menor teor de sódio do que alimentos industrializados,
como os pães e os biscoitos.
- É livre de gorduras e açúcar, já que seu preparo
envolve praticamente só farinha e água.
Outro ponto positivo para a tapioca é
sua facilidade de preparo e versatilidade culinária. Você pode escolher
recheios leves de acordo com seu plano alimentar. No café da manhã, você pode
utilizar requeijão ou margarina light, queijo branco, geleias diet e frutas
picadas.
A tapioca pode ser uma refeição completa se você prepará-la como base
para uma pizza de baixa caloria com queijo cottage e orégano, ou um beirute de
frango grelhado com mussarela light, tomate e folhas verdes. Ela é ideal para
sobremesas também, com recheios de geleia, doces light ou sorvete caseiro detox
(se você não tem uma máquina de sorvetes ainda, existem alguns modelos, como
por exemplo este da Cuisinart).
E como não existe perda de peso sem
atividade física, a tapioca é uma excelente opção de refeição pré ou
pós-exercícios
Ela libera ou repõe energia rapidamente para o organismo,
ideal para quem vai andar de bike, correr, nadar ou caminhar.
Fonte Portal R7.com
QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DA TAPIOCA
QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DA TAPIOCA?
Ela ta super na moda e já conquistou muuuita
gente! Estamos falando da tapioca, um alimento super popular aqui no Brasil e que tem feito
parte, cada vez mais, da alimentação dos brasileiros!
Mas
será que a tapioca engorda? Quais são os benefícios dela? A nutricionista
Carolina Arbache respondeu essas e outras dúvidas! Confira abaixo:
Do
que é feita a tapioca?
A
tapioca é feita da goma de mandioca (ou aipim ou macaxeira) hidratada. Há quem
coloque uma pitada de sal na massa, e só! Não vai nem um pingo de óleo/gordura
na massa, nem no preparo, e nenhum outro ingrediente.
Quais
os benefícios da tapioca?
Por
ser feita apenas de mandioca, é um alimento natural com baixo teor de sódio,
sem gordura, rico em carboidratos de fácil digestão e sem glúten. Lembrando que
o glúten é uma proteína que pode gerar inflamação no organismo, favorecendo o
acúmulo de gordura, prejudicando o intestino, causando inchaço, entre outros.
Além de tudo isso, vale lembrar que outro super benefício da tapioca é o seu
delicioso sabor!
Tapioca
engorda?
Depende
de alguns fatores, como: da quantidade que comer, do que utilizar como recheio
e em que momento comer (uma tapioca de brigadeiro de sobremesa, por exemplo,
com certeza irá engordar). Brincadeiras a parte, a tapioca é sim uma ótima
opção de carboidrato, podendo fazer parte de uma alimentação saudável. Apesar
de ser um carboidrato simples (que vira gordura rapidamente), tem o índice
glicêmico menor do que o pão branco e não tem gordura e/ou glúten. Para quem
quer controlar o peso, e não vai utilizá-la como pré-treino, uma dica é
aumentar seu valor nutricional adicionando ingredientes ricos em fibras (no
recheio e/ou na massa), para reduzir o seu índice glicêmico e agregar mais
nutrientes na preparação.
Quantas
calorias tem, em média, 1 tapioca (sem recheio)?
Uma
tapioca feita com 2 colheres de sopa de massa possui cerca de 70 calorias.
Para
pessoas que malham e desejam ganhar massa, tem algum horário recomendado para
comer tapioca?
A
tapioca é um ótimo pré-treino, pois é uma fonte de carboidrato simples (de
rápida absorção) e de fácil digestão, ou seja, fornece bastante energia antes
do treino (mas não ajuda efetivamente no ganho de massa).
Bacana,
né?! Fora que a tapioca é bem fácil de ser preparada! A dica é escolher bem os
recheios e mandar ver! Ah, e se alguém tiver mais alguma dúvida, é só avisar
que a gente responde!!
Fonte: http://www.natue.com.br/
Conheça os benefícios da tapioca para a saúde
e veja algumas dicas de consumo desse alimento que é rico em fibras,
carboidratos e vitaminas.
A tapioca é um rizoma de amido que é principalmente cultivada nos climas
quentes da África, Ásia e América do Sul. A tapioca não deve ser
comido cru. Isto é porque contém quantidades tóxicas de
glicósidos cianogênicos, que podem ser reduzidos para níveis inócuos por
cozinhar. Além da cana, a tapioca é uma das mais ricas fontes de
hidratos de carbono.
A tapioca é excelente fonte de Carboidratos, Vitamina
B9 (ácido fólico, ácido fólico), Vitamina C, Magnésio, Manganês, Cobre.
Os
Benefícios da Tapioca Para a Saúde:
*
Aumento da função imune
*
Proteção contra doenças cardíacas
*
Alívio da Doença Cardiovascular
*
Proteção Osteoporose
*
Redução do Risco de Diabetes Tipo II
*
Prevenção de crises de epilepsia
*
Prevenção de Alopecia (Ponto calvície)
Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/11/14-beneficios-da-tapioca-para-saude/#ixzz3cZNZmbKD
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Origem do Cachorro Quente
Origem
do Cachorro quente
Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.
Cachorro-quente ou hot
dog é uma comida típica
dos Estados Unidos1 em que se coloca salsicha dentro de
um pão sovado.
Nos
Estados Unidos, o preparo típico do cachorro-quente é colocando a salsicha com
o molho agridoce, picles à base de pepino,mostarda e ketchup.
Também são muito utilizados o chucrute (repolho azedo) e o chili,
espécie de massa de feijão com carne moída picante. No Brasil,
a forma de se fazer o cachorro-quente depende da região do país.
No estado de São Paulo,
o preparo do prato utiliza purê
de batata2 , enquanto que no Rio de Janeiro,
usa-se ovo de codorna. Já em Minas Gerais, é
servido com milho verde e batata
palha e na Paraíba, com carne moída e verdura picada por cima da salsicha.
Em Pernambuco, o cachorro quente utiliza-se apenas do pão e carne moída, sem a
salsicha, mas mantendo o nome do prato. Em Santa Catarina, especialmente
durante a realização da Oktoberfest3 , na cidade de Blumenau, além
dos ingredientes tradicionais, acrescenta-se o chucrute (conserva de repolho fermentado típica da culinária
germânica)4 .
Em geral
acompanha-se o cachorro-quente com maionese, ketchup, mostarda, molhos à base de tomate (quente ou frio), pimentão e cebola ou ainda
outros ingredientes como batata
palha, salpicão, maionese
caseira, maionese
temperada, tomate, beterraba, pepino, picles, ervilha, milho, purê
de batata, toucinho, requeijão, farofa, entre outros.
História
Barracas de cachorro-quente em Nova
Iorque em 1906.
Um cachorro-quente.
Existem três teorias sobre o surgimento
desse peculiar sanduíche
1. A mais conhecida é
a de um açougueiro de Frankfurt, na Alemanha. Em 1852, ele resolveu
batizar as salsichas que fabricava com o nome de seu cachorro dachshund.
2. Um imigrante
alemão, Charles Feltman, levou essa salsicha para os Estados Unidos em 1880. Lá, criou um sanduíche quente com pão, salsicha e molhos.
3. Em 1904, na cidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, um vendedor de
salsicha quente criou uma maneira dos seus fregueses não queimarem a mão. A
quem comprasse suas salsichas, ele oferecia luva de algodão limpíssima. Só que
os clientes se esqueciam de devolvê-las e ele acabava tendo prejuízo. Seu
cunhado, que era padeiro, sugeriu que o salsicheiro pusesse as luvas de lado e
começasse a usar pão.
No Brasil, por
volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a
famosa Cinelândia, no centro da
cidade do Rio de Janeiro, lança o
cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval "Cachorro-Quente".
E a partir de 1945, depois da Segunda
Guerra Mundial, quando o Brasil passou a sofrer
grande influência da cultura americana, o cachorro-quente conquistou
definitivamente espaço nesse país.
Recorde
No Brasil, a Rank Brasil homologou e
certificou o recorde de maior
cachorro-quente, em 2014, para uma lanchonete localizada na cidade de Quatro Barras que produziu o
prato com 8,72 metros de comprimento e peso de 91,15 quilogramas. O maior do
mundo tem 57 quilogramas, mas tem 23 quilogramas só na salsicha, custa US$ 1
mil e entrou no Guiness.
Já o
famoso nome “Hot-Dog”, usado internacionalmente e que deu origem ao termo
“cachorro-quente”, em português, teve uma origem curiosa.
Fonte www.origemdascoisas.com
Decorria o ano de 1906 e o
americano Harry Mozley Stevens vivia das vendas de alimentos que fazia nos
estádios de futebol. Em Abril desse ano estava a trabalhar no estádio dos New
York Giants mas como o dia estava especialmente frio não conseguia vender os
sorvetes e os refrigerantes que tinha disponíveis. A ver o dia a ser fraco nas
vendas, teve a ideia de mandar os seus empregados comprar todas as
salsichas e pães que encontrassem. Depois usou tanques portáteis com água
quente para manter as salsichas bem quentes e passado uma hora já andavam pelo
meio do público a vender pão com salsichas, usando o slogan: “They´re
red hot! Get your dachshund
sausages while they´re red hot!!” –
(“Estão bem quentes! Compre
as suas salsichas dachshund enquanto estão bem quentes!!”)
O sucesso nesse dia foi total mas
o nome “dachshund sausages” era algo quase impossível de perceber. Eis quando o
caricaturista Thomas Aloysius Dorgan, mais conhecido como TAD, viu o pão
com salsicha e achou que aquilo merecia um nome mais sonante e até um desenho
que o identificasse.
Foi da sua criatividade que
nasceu o desenho de um simpático dachshund, (pequeno cão com pernas curtas e
corpo comprido, parecido com uma salsicha), a ladrar alegremente no meio de um
pão. Olhando para o seu desenho e lembrando-se do slogan usado por Stevens,
decidiu baptiza-lo de “Hot-Dog”. O desenho foi um enorme sucesso e assim nasceu
o cachorro-quente.
Apenas a título de curiosidade, o termo Hot-Dog foi
rapidamente proibido pelas autoridades alimentares da altura, argumentando que
as pessoas poderiam achar que a salsicha fosse feita com carne de cachorro.
Mas, como é natural, ninguém deu grande atenção à proibição e o termo
manteve-se e continua a ser utilizado um pouco por todo o mundo nos nossos
dias.
Fonde: Essa matéria faz parte do
Arquivo da Revista Superinteressante, edição 41 Fevereiro de 1991 e pode conter
dados muito antigos que podem não condizer mais com a atualidade.
Geraldo
Takuo Yamanaka
Por
que chamamos o sanduíche de pão com salsicha de cachorro-quente?
A origem do nome pode
ser atribuída aos alemães e americanos. Em meados de 1850, os alemães começaram
a produzir novos tipos de salsicha, originalmente inventada pelos babilônios
por volta de 1500 a.C. Um cozinheiro na cidade alemã de Frankfurt possuía um
cão bassê, dachshund em alemão, e a salsicha feita por ele ficou conhecida por
esse nome. Charles Feltman, um imigrante alemão, levou a novidade para os
Estados Unidos, por volta de 1880, e lá criou um sanduíche quente feito com
pão, salsicha e molhos.
O sucesso foi tal, que Feltman abriu seu próprio restaurante.
Mas foi nos estádios de futebol americanos que o sanduíche se popularizou.
Conta-se que durante um jogo, em1906, um vendedor gritava nas arquibancadas:
“Get your hot dachshund” (Pegue seu dachshund quente). O cartunista Tad Dorgan,
presente ao estádio, não perdeu a chance de ilustrar a cena. Porém, como não
entendida a palavra dachshund, escreveu na legenda: “Get your hot dogs” (Pegue
seus cachorros quentes). E o nome pegou.
A história do Hot Dog e a tradição
americana
Um
dos alimentos mais populares e consumidos no mundo, isso se não estiver em
primeiro lugar, é o hot dog (ou cachorro quente no Brasil).
Produto
de adoração mundial, só nos Estados Unidos se consomem anualmente cerca de 2
bilhões de sanduiches, sendo que 150 milhões são só no dia 4 de julho, dia
da independência. É o alimento favorito da maioria da população, principalmente
pelo fato de ser gostoso, barato, e de fácil preparo.
A
historia do hot dog (nome original), é sem duvidas uma das mais curiosas e
interessantes, mas é preciso primeiro falar de seu ingrediente principal.
Preparar salsichas é um das mais antigas formas de trabalhar com comida
processada, neste caso a carne. A tradicional salsicha alemã foi criada na
cidade de Frankfurt, mas alguns contestam dizendo que a criação é de um
açougueiro alemão, que vivia em Coburg na Alemanha, chamado Joahann Georghehner,
e que só tempos depois ele viajou para Frankfurt e promoveu o produto.
O
que se sabe sobre a criação do hot dog, é que foi uma invenção americana por um
imigrante alemão. Existem duas versões, a primeira conta que um deles começou a
vender na Bowery em NY as salsichas junto com um “mil roll”, um pãozinho
comprido e com leite na composição, e chucrute, o que até hoje acompanha. A
outra história conta que em 1871, um açougueiro alemão chamado Charles Feltman,
abriu em Corney Island (bairro de NY), o primeiro carrinho de cachorro quente,
e vendia também em um pão de leite.
O
nome “hot dog” sempre despertou atencão nas pessoas, pelo fato de ser
inevitável imaginar ao pé da letra. Os imigrantes alemães trouxeram para os EUA
não só a salsicha, mas também cães da raça ‘dachshund’, conhecido também como
“bassê”. O nome surgiu então, pelo fato do cachorro possuir um corpo comprido e
fino, semelhante ao formato da salsicha.
Facil de comer e barato, o hábito de comer cachorro
quente foi se desenvolvendo. Em todo o mundo, o hot dog é feito de
diversas maneiras de acordo com a região. Em NY, a salsicha pode vir grelhada
ou cozida em água, sendo que o tradiconal hot dog leva chucrute, mostarda e
ketchup, e faz parte do dia a dia do cidadão, até por ser um simbolo do país.
No Brasil, é possivel encontrar desde os mais simples e tradicionais, até
aqueles com pure de batata e carne moida.
*Anualmente no dia 4 de julho em NY, acontece a mais
importante competição para ver quem come mais hot dogs em 10 minutos.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Origem da Tapioca
Tapioca
Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.
Tapioca do Alto da Sé em Olinda,
Pernambuco, Brasil.
A Tapioca,
é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena e
descoberta em Pernambuco, feita com a fécula extraída
da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca,
goma seca, polvilho e
polvilho doce.
Esta,
ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida,
coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco. O recheio
varia, mas o mais tradicional é feito com coco ou queijo
coalho. É um quitute muito comum no Nordeste e Norte do
Brasil.
Há
também variedades conhecidas como Beiju de Lenço, Beiju de Massa e outras,
feitas em fornos das casas de farinha das comunidades rurais em determinadas
épocas do ano; assim como outras variações.
O
nome tapioca é derivado da palavra tipi'óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi;
e pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito
a partir dele.
História
A
mandioca, produzida sob o sistema da agricultura de subsistência, era a base da
alimentação do Brasil até a invasão e colonização do território pelos
portugueses.
Pouco após os primeiros anos do descobrimento,
os colonizadores portugueses na capitania hereditária de Pernambuco descobriram que a tapioca servia como bom
substituto para o pão. Na cidade de Olinda se consumia
intensamente o beiju, a farinha e a tapioca (goma) extraídos da mandioca, desde
o século XVI com a criação portuguesa da Casa de Farinha em Itamaracá (Pernambuco).
A
tapioca logo se espalhou pelos demais povos indígenas, como os cariris no Ceará e os jês,
na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da
alimentação dos escravos no Brasil. Tudo isso serviu para transformar a
tapioca, hoje, num dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o
Norte e Nordeste.
Os indígenas
brasileiros faziam
vários tipos de beiju:
O beiju simples é um
bolo de massa fresca, úmida, passado pela urupema (peneira de fibras vegetais)
para formar grumos, que devido ao calor ficam ligados;
O beiju-ti
canga, feito de massa de mandioca mole e seca ao sol;
O beijuaçu,
redondo, feito como o beiju-tacinga, mas seco no forno;
O caribé,
que é o beijuaçu
posto de molho e reduzido novamente à massa que,
quando água é acrescentada, forma um tipo de mingau;
O beijucica feito de massa
de mandioca, em grumos bem finos;
O beiju detapioca, da massa
umedecida, saindo da urupema em pequeninos grumos que quando pronto, é
enrolado;
O curadá,
um beiju grande, feito de tapioca (goma)
umedecida, em grumos maiores, levando castanha crua, depois sendo enrolado.
A partir da tapioca eram feitas também algumas bebidas
alcoólicas como
o pajuari,
o tarubá,
o tapiocuí e a tiquira.
Na fabricação do tarubá,
os beijus umedecidos são colocados sobre folhas de curumi (Ravenala
guaianaense), e estas sobre uma camada de folhas de bananeira estendida sobre
um jirau (grade de varas). Após serem polvilhados, os beijus são recobertos com
as folhas de curumi e deixados por três dias, quando começa a escorrer um
líquido viscoso, semelhante ao melaço. A massa é dissolvida em água, passada pela
peneira e o líquido é deixado repousando. Após o descanso a bebida fica pronta
Preparo da tapioca
Numa vasilha de
tamanho médio borrifa-se um pouco de água sobre a goma da tapioca e o sal, mexe-se a
mistura com a ponta dos dedos. Lentamente, adiciona-se mais água, esfarelando a
mistura entre as mãos até que essa mistura fique sem aderência as mãos. Essa
mistura passa por um refinamento em peneira.
Em frigideira
antiaderente aquecida em fogo brando, espalha-se uma porção e com as costas de
uma colher cobre-se
o fundo da frigideira de modo uniforme e recheia-se (tradicionalmente com coco
ralado e raspas de queijo coalho,
mas possibilitando uma infinidade de novos recheios), assando de dois a quatro
minutos - ou até que a mistura fique com suas bordas soltas da frigideira. Em
seguida, dobra-se a tapioca, passando um pouco de manteiga em ambos os lados e
assando por mais um minuto.
Nutrição
Cem
gramas de tapioca preparada com manteiga têm
valor energético
de 348 kcal (17,4%
do recomendado diariamente pela FDA numa dieta de 2.000 kcal)
·
10,9g de gordura
(basicamente oriundos da manteiga), sendo:
·
6g de gordura
saturada (21,2%)
·
3g de monoinsaturada (15%)
·
0,2g de poli-insaturada
·
31 mg de colesterol (10%)
·
63,6g de
carboidratos (21,2%)
·
1g de fibra
alimentar
·
3g açúcar
·
negligenciável
fibra alimentar (0%)
·
30 mg de cálcio
(3%)
·
3 mg de magnésio
(1,3%)
·
2 mg de sódio
(0%)
·
1,6 mg de ferro
(9%)
Obs.: A
CrisBurguer não usa mandeiga em suas receitas
A
goma de tapioca pura é composta basicamente de carboidratos. Dos 89g de
carboidratos a cada 100g de tapioca, 0,9g é fibra
alimentar e
3,3g são açúcares. Tem índice glicêmico alto e, por isso, pode ser
perigosa para diabéticos e benéfica para a prática de atividade física intensa.
É
possível extrair maltodextrina, um polissacarídeo usado por alguns
esportistas, da tapioca. Faz-se uso culinário desse carboidrato de cadeia longa
para emulsificar gorduras.
Livre
de glúten, ao contrário das farinhas de trigo e de boa parte
das farinhas de aveia, e praticamente de qualquer lipídio, a tapioca tem sido
alardeada como bom substituto ao pão. Em pessoas que não possuem intolerância
ao glúten não existe nenhuma boa evidência de que a tapioca cause qualquer
agravo à saúde, como a obesidade, por exemplo, se consumido com moderação
Patrimônio
imaterial e cultural
O
Conselho de Preservação do Sítio Histórico de Olinda concedeu à
Tapioca o título de Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade em 2006, mesmo
ano em que Olinda recebeu o título de 1ª Capital Brasileira da Cultura (Ministério da Cultura e Ministério
do Turismo, governo federal).
Apesar
de muito popular e integrante da culinária típica de diversos estados
nordestinos, a tapioca mais tradicional do Brasil ainda se encontra no Alto da
Sé, em Pernambuco (preservada pela Associação das Tapioqueiras de Olinda).
Em outros estados, a tapioca sofreu algumas modificações quanto à original
(como no Ceará, onde possui formato redondo e é bastante apreciada com café
preto). Também encontramos diversas entidades dedicadas à cultura popular da
tapioca pelo Nordeste, como o Centro das Tapioqueiras entre os municípios de
Fortaleza e Eusébio, no Ceará.
No
resto do mundo, vários produtos derivados da fécula da mandioca são também
chamados de tapioca. O músico paraense Pinduca tem uma música
chama "Dona Maria", na qual a letra fala: "Dona Maria chegou,
chegou, com a mandioca/para fazer a farinha de tapioca/para remexer, para
remexer..." Os recheios darão um toque especial à tapioca e variam de
acordo com o gosto e a região onde a tapioca é consumida. O recheio pode ser
apenas com manteiga e/ou
com coco fresco
ralado e/ou queijo, mas versões mais modernas podem incluir leite condensado, goiabada com queijo, banana, morango, chocolate e várias outras.
O
pudim ou bolo de tapioca, não é levado ao fogo e é servido gelado, natural ou
com calda de frutas. A farinha de tapioca é colocada num recipiente com leite
de coco, um copo de leite, açúcar a gosto e coco ralado. Depois que os
ingredientes são bem misturados, coloca-se numa forma e leva-se este para a
geladeira. Não faz muito tempo, a tapioca atraiu a atenção de alguns criativos chefs da culinária
brasileira. Estes criaram versões inovadoras da tapioca. Uma
destas é o uso da goma de tapioca (em pelotas de cerca de meio centímetro de
diâmetro) banhada com molho Shoyu, produzindo uma
sobremesa de cor escura que tem aparência de caviar,
e é chamado "caviar de tapioca" .
O músico baiano Moraes Moreira compôs
uma música intitulada "Tapioca de Olinda".
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